Apresentado, meia diz que está live da lesão na coluna e motivado por volta por cima 
A reapresentação do elenco do Bahia ficou em segundo plano na Cidade Tricolor. Nesta segunda-feira (17), todas as atenções estavam voltadas para o novo camisa 10 do clube. Depois de ser anunciado oficialmente, o meia Rodriguinho foi apresentado para a imprensa.
csm_rodrigo_742024d97dRodriguinho chegou ao Bahia para ser o meia que Roger Machado busca para o time principal !!
(Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia)
Acompanhado de Diego Cerri, diretor de futebol do Tricolor, o meia não poupou elogios ao clube no seu primeiro contato com o Esquadrão.
“O Bahia tem um poder econômico interessante, uma estrutura boa, um time competitivo, um treinador que respeito e me deu uma estabilidade que eu preciso”, disse ele ao ser questionado os motivos por ter escolhido o Esquadrão.
Aos 31 anos, Rodriguinho chega ao Bahia após um ano ruim no Cruzeiro. Anunciado com pompas pelo time mineiro, ele sofreu com as lesões na coluna e ainda viu a Raposa amargar o rebaixamento à Série B do Brasileirão. Agora, ele diz que está curado do problema e motivado para dar a volta por cima.
“Sofri um pouco com a coluna no ano passado, graças a Deus está superado. Foi um período difícil, nunca passei isso na carreira, tanto tempo sem jogar. Deixo o meu agradecimento ao DM do Cruzeiro, me tratou bem. Estou curado, motivado para chegar aqui e fazer um grande trabalho, me preparar bem, estar no meu auge para fazer um grande trabalho e conquistar títulos”, explicou o jogador.
No Bahia, Rodriguinho vai usar a camisa 10. O número estava vago desde a saída de Ramires, emprestado ao Basel-SUI no ano passado. O meia explica que além do 10 clássico, pode fazer outras funções do meio-campo e ataque.
“A expectativa sempre existe em torno dessa camisa. Me passaram que o pessoal vem cobrando um camisa 10. Não desrespeitando o pessoal que está aqui e tem qualidade para essa função. Eu chego ansioso para suprir essa necessidade, motivado para estar ajudando o Bahia a crescer cada vez mais. Que seja um ano de vitórias e conquistas. Que a gente possa conquistar os títulos que desejamos.
“Eu já joguei tanto no tripé quanto como dez centralizado, flutuando. Também como segundo atacante. Quanto a isso é muito tranquilo para desempenhar as funções. O Roger é um cara experiente, me conhece bem, onde eu posso ter uma melhor performance. A gente vai sentar, vai conversar para saber o que ele quer de mim”.

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