O Brasil registrou 9.843.513 casos de covid-19 e 239.245 mortes confirmadas pela doença até 17h30 deste domingo (14.fev.2021). A informação é do Ministério da Saúde.

Paciente chegando de ambulância no Hospital Regional da Asa Norte, hospital referência no tratamento da COVID-19 em Brasília© Sérgio Lima/Poder360 Paciente chegando de ambulância no Hospital Regional da Asa Norte, hospital referência no tratamento da COVID-19 em Brasília

São 713 mortes a mais que no sábado (13.fev) e 24.759 novos diagnósticos. Até o momento em 2021 foram ao menos 44.296 mortos.

O Ministério da Saúde afirma que 8.745.424 pessoas estão recuperadas da doença, e 849.844 permanecem em acompanhamento.

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Só os Estados Unidos têm mais vítimas que o Brasil. São 497.017 mortos, segundo o monitor Worldometer, consultado às 19h30 deste domingo.

São 1.130 mortes por milhão de habitantes no Brasil. O Poder360 cruzou dados do Ministério da Saúde com a última estimativa populacional divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

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O Brasil é o 22º país com mais mortes por milhão. Em 31 de outubro de 2020, ocupava o 4º lugar.

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A Bélgica é o país em que a covid-19 mais mata em relação ao tamanho da população. São 1.862 mortes por milhão de habitantes. Entenda aqui os motivos dos números belgas.

MÉDIA MÓVEL DA MORTES E CASOS

Os 2 gráficos a seguir mostram o número de mortes e de novos casos diários, mas também a média móvel dos últimos 7 dias. A curva matiza eventuais variações abruptas, sobretudo porque nos fins de semana há sempre menos casos relatados.

A curva de mortes está acima de 600 desde 8 de dezembro de 2020. Voltou a superar 1.000 em21 de janeiro. Agora, a média móvel está em 1.102.

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Já a média de novos casos ficou acima de 50.000 de 9 de janeiro a 2 de fevereiro. Ficou em 44.268 neste domingo.

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REGISTRO DA MORTE X DATA REAL

Os registros de mortes não se referem a quando alguém morreu, mas ao dia em que o óbito por covid-19 foi informado ao Ministério da Saúde. Aos fins de semana há menos registros não porque morrem menos pessoas, mas porque há menor capacidade operacional (menos funcionários) das secretarias estaduais de saúde para reportar e, do Ministério da Saúde, para compilar os dados.

É comum que mortes confirmadas em um dia por um Estado acabem, por algum problema técnico, sendo reportadas ao governo federal apenas no dia seguinte.

Eis como funciona a notificação:

  • suponha que em 25 de agosto algum Estado confirme 300 mortes;
  • e que, por um problema na plataforma que notifica os dados ou outra questão técnica, não consiga enviar as informações ao Ministério da Saúde;
  • no dia seguinte, o mesmo Estado confirma 200 mortes;
  • a secretaria de Saúde enviará ao governo federal, em 26 de agosto, as mortes confirmadas naquela data (200) acrescidas do que deixou de enviar no dia anterior (300).
  • a notificação de 500 mortes em 26 de agosto, portanto, não necessariamente corresponde aos óbitos que ocorreram ou foram confirmados naquele dia.

Os registros de mortes são divulgados diariamente, por volta das 18h, pelo Ministério da Saúde neste site e em imagens de tabelas enviadas pela pasta a jornalistas. Eis um exemplo:

© Reprodução/Ministério da Saúde

A data real da morte pode demorar até 9 meses para ser confirmada. O número de óbitos dividido pelo dia em que realmente ocorreu é divulgado nos boletins epidemiológicos semanais do Ministério da Saúde. É um número que é atualizado (e tende a aumentar para os dias mais recentes) a cada edição do boletim, já que depende da confirmação da data da morte.

Muitas vezes a notificação das mortes pelas secretarias estaduais chega sem a confirmação do dia exato em que ela ocorreu. Os boletins epidemiológicos são divulgados neste site. O Poder360 realiza reportagens com esses dados. Leia a mais recente aqui.

Fonte:Msn